domingo, 8 de julho de 2012

Segundo Dia

2° dia: 08 / 07 / 2012

Hoje a chuva, que insistiu em não saber se caía ou se estancava, atrapalhou um pouco as atividades planejadas, mas ainda assim tivemos avanços.

Nosso dia começou por volta das 7:30h. Tínhamos planejado um mutirão em Jardim Meriti para juntos limparmos o campo de futebol onde, na semana que vem, acontecerá a tão esperada festa julina que a comunidade está preparando. Infelizmente, não foi possível aparar a grama nem tirar os entulhos que tomam conta daquele espaço por conta da chuva.

Lá pelas 11 da manhã, fui ao ensaio da Cenáculo Cia. Teatral (grupo do qual sou diretor), na Paróquia Nossa Senhora da Glória. A remontagem de "Nossinhora da Kombi" está ficando muito legal! Já temos apresentações agendadas para dois festivais. Aproveitamos para fechar algumas questões relativas ao "FESTIVAL CENÁCULO DE TEATRO CRISTÃO", que ocorrerá nos dias 28 e 29 de julho. Já está chegando!!!!!!!!!!!!

Depois fui ao Torneio de Futebol do "TRIO DE OURO" prestigiar meus alunos que ali estavam.

Na parte da tarde, fizemos uma produtiva reunião na Vila Humaitá, na casa do querido companheiro Josafá, ou, simplesmente, Fafá. Nossa ideia sobre políticas públicas que garantam maior PARTICIPAÇÃO POPULAR vem ganhando mais adesões.

À noite, fui novamente à paróquia da qual participo e bati um belo papo com a equipe do dízimo.

Agora, já na casa da minha amada noiva, estou indo dormir.  Amanhã tem mais!

VINICIUS BAIÃO - 13013
JUVENTUDE E TRANSFORMAÇÃO


sábado, 7 de julho de 2012

Primeiro dia

1º dia: 07 / 07 / 2012

Muitas visitas, muitas conversas e a certeza de que não foi um erro aceitar o DESAFIO de me candidatar a uma cadeira na Câmara Municipal de São João de Meriti.

Visitei os bairros de Éden, Vila Norma e Vila Tiradentes para conversar com moradores e reforçar nossa posição de lutar para garantir que a população participe da vida pública constantemente e não apenas durante os períodos eleitorais. Grande aceitação de nossas IDEIAS e PROPOSTAS. Mas o melhor foi ouvir sobre ANSEIOS e EXPECTATIVAS que parecem permear a cabeça de todos.

Como o povo anda INDIGNADO com tanta esculhambação e descaso por parte da classe política tradicional! Muita descrença no ar! Mas tudo isso vai se transformando em ESPERANÇA durante as conversas!

Depois, passei no Festival "Dançando com Raça", produzido pelo amigo e coreógrafo Ney Andrade, um grande cara, que luta muito pelo desenvolvimento da CULTURA em nossa cidade! Parabéns pelo lindo evento. Lá ainda encontrei muitos amigos, que fazem da arte o alimento de seus sonhos

Terminei a noite na Festa Julina da Comunidade São Francisco de Assis, que faz parte da Paróquia Nossa Senhora da Glória, da qual participo. Neste momento, a campanha se transformou em diversão, pois pude encontrar mais amigos e relaxar.

Agora vou dormir porque amanhã o dia começa cedo! Vamos que vamos!


VINICIUS BAIÃO - 13013
JUVENTUDE E TRANSFORMAÇÃO

Diário de Campanha!

Depois de muito tempo, volto a este blog. Farei deste espaço um DIÁRIO DE CAMPANHA.

Detalharei aqui todos os passos dados ao longo do dia em busca dos 3000 votos necessários para que possamos ter em São João de Meriti um mandato de vereador que represente a JUVENTUDE e esteja comprometido com as TRANSFORMAÇÕES que nossa cidade tanto necessita. 

É hora de não ter medo e fazer de nossa indignação com a classe política tradicional nosso principal combustível para a construção de novas práticas, que visem ao BEM COMUM e à PARTICIPAÇÃO POPULAR.


VINICIUS BAIÃO - 13013
JUVENTUDE E TRANSFORMAÇÃO

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

O perfil técnico de Dilma Rousseff

Semana passada, ainda em meio às inúmeras análises sobre a posse da presidente Dilma, enquanto dirigia, ouvi um questionamento na “Super Rádio Tupi”, do Rio de Janeiro, sobre qual seria o perfil da nova presidente. O radialista, cujo nome não me recordo, argumentava que ainda não tinha visto nenhum comentarista delinear o perfil político de Dilma Rousseff.
Através de comparações rasas com os últimos presidentes, o tal comunicador levantava hipóteses sobre Dilma, baseando-se apenas nas impressões que tinha de cada ex-presidente no momento de sua posse. Desta maneira, Tancredo Neves e José Sarney eram “o conservadorismo no poder”; Collor era “fruto do marketing”; Fernando Henrique, “ a esquerda intelectual” – ressaltando que muitas das práticas de seu governo o afastavam deste perfil – e Lula aparecendo como representante da “esquerda sindical”, logo com perfil “negociador”. Itamar não foi mencionado.

Após essas breves considerações, o radialista, tomando em consideração a participação de Dilma na luta armada durante a Ditadura e os “desentendimentos” gerados pela Comissão da Verdade, questionou seu público: seria Dilma a esquerda revolucionária” no poder”?
 Pouco tempo depois da pergunta ser lançada, acabei chegando ao meu destino e tive de sair do carro, não sendo possível ouvir a conclusão alcançada. Mas o assunto ficou em minha cabeça de tal modo que me senti impulsionado a escrever este post.
Creio ser por demais fragilizada uma interpretação que coloque Dilma apenas como representante da “luta armada”. Este é, certamente, um importante aspecto de sua biografia, lembrado inclusive por ela em seu discurso de posse ao mencionar os companheiros de geração “que tombaram pelo caminho”.  Mas não foi devido sua militância revolucionária que Dilma se consolidou no cenário político e alcançou a presidência. Foi por seu perfil técnico.
E chegando neste ponto atrevo-me a arriscar seu perfil, como sugerido pelo radialista: é o "técnico no poder". Pela primeira vez, não se tem na presidência um político profissional, um político de carreira. Dilma participou do primeiro escalão de diversos governos (municipal, estadual e federal) sendo indicada para secretarias e ministérios não pelos votos obtidos – já que nunca concorrera - mas sua por eficiência diante das pastas assumidas.
Resta saber como se comportará um técnico na chefia do executivo. Talvez lhe faltem artimanhas, manejo político, ou ainda, habilidade de negociação. Mas ver a presidente solicitar que o PMDB indique para o segundo escalão “técnicos” do partido e não seus velhos quadros políticos – muitos até derrotados nas urnas – já é um grande início. 


domingo, 2 de janeiro de 2011

A década da educação

Em sua última coluna publicada pelo Portal Aprendiz no ano de 2010, Gilberto Dimenstein se despede da primeira década do século XXI  afirmando que “já houve diferentes grupos no poder: bacharéis, militares, economistas. A próxima década será a era dos educadores.” Na mesma toada, Dilma Rousseff inicia seu mandato presidencial – o primeiro da nova década – reconhecendo a importância dos professores para o desenvolvimento do pais  –só existirá ensino de qualidade se o professor e a professora forem tratados como as verdadeiras autoridades da educação, com formação continuada, remuneração adequada e sólido compromisso com a educação” - e colocando a educação como uma das prioridades de seu governo.
Os discursos de Dilma e Dimenstein refletem um novo momento para a política nacional. Controlada a inflação e reduzida, de forma substancial, a pobreza, novos desafios emergem e a educação se apresenta como o maior deles. Uma vez que a população adquire renda e passa a consumir de maneira sistemática, seus anseios mudam e, consequentemente, muda-se também o cenário político.  É como já dizia os Titãs há mais de 20 anos: “A gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte.”  Parece que agora, de barriga cheia, a população finalmente entendeu e passou a entoar esse refrão, o que exige dos governantes novas práticas. O velho assistencialismo perde espaço e o acesso ao conhecimento se configura como um dos produtos mais requisitados pelo povo. 

Ao colocar a educação como prioridade, Dilma inicia bem seu mandato, e eleva as esperanças do povo em relação ao futuro. Porém para que o compromisso assumido pela presidente não fique apenas em palavras, é preciso que algumas medidas sejam tomadas. Não falo unicamente de investimentos, mas de reformas pontuais e urgentes.
A primeira delas é, certamente, a obrigatoriedade de gestão profissional do ensino. Diretores de unidades escolares serem definidos por apadrinhamentos políticos não é mais condizente com a realidade de nosso país, pois gera arbitrariedade, autoritarismo e feudos eleitorais. O diretor passa a não ter compromisso com a escola, com a educação, e sim com aquele político que o colocou no cargo, fazendo de sua gestão uma contínua campanha eleitoral em favor de seu benfeitor. Nossa democracia, constantemente declarada forte e madura, não pode permitir a continuidade dessas velhas e repugnantes práticas.   
Outra importante medida a ser tomada é, como diz Dimenstein em seu já citado artigo, a aprovação de “uma lei da responsabilidade educacional, que puna, com pesadas multas, todos os níveis de governo que não cumprirem suas obrigações educacionais.”
Parece até meio utópico pensar em uma lei como essa num país onde as escolas são geridas por indicação política e não por competência profissional. Em todo caso, ficam nossa esperança e nosso “olho aberto” no governo que se inicia.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

O Twitter e suas previsões eleitorais

            É impressionante notar a capacidade dos brasileiros ditos cultos de fazerem a cada novo acontecimento previsões sobre os resultados das futuras eleições. Não estou, em hipótese alguma, condenando o exercício de análise e leitura dos quadros sociais e factuais que se apresentam, projetando seus prováveis desdobramentos político-eleitorais. Este exercício crítico é louvável e em muito contribui para o fortalecimento de nossa democracia. Porém, em muitos casos, as “análises” são tão superficiais que os diagnósticos parecem saídos de búzios, bolas de cristal, e afins.
           
            Situações como a que o estado do Rio viveu - e ainda vive – nas últimas semanas geram um sem número de comentários sobre os próximos pleitos, especialmente nas redes sociais. No twitter, por exemplo, todos (ou quase) se transformam em cientistas políticos, desferindo verdades absolutas em 140 caracteres. Verdades que se modificam a cada novo fato.
           
            Quando da eleição de Dilma, a opinião corrente era que o próximo presidente da república seria Aécio Neves - “como dois mais dois são 4” – tendo como vice Sérgio Cabral, do PMDB - “partido que nunca larga o governo” . Com um grande porém: “se Lula quiser, Ele volta”  - assim mesmo com “E” maiúsculo - , mas “o certo é que Dilma não se reelege”.
           
            Após as recentes ações policiais na Vila Cruzeiro e no Complexo do Alemão, Cabral se tornou o mais novo “futuro Presidente do Brasil, pois, com sua recém adquirida popularidade, “não vai aceitar ser vice de ninguém” e “era tudo o que o PMDB queria” para, enfim, eleger um presidente. O governador fluminense já fez, inclusive, seu sucessor: o secretário de segurança José Mariano Beltrame. “Alguém duvida que Beltrame será o futuro governador?” Vale lembrar que, até então, o futuro morador do Palácio Guanabara ainda estava “indefinido”: ou seria o senador eleito Lindberg ou, o “filhote” do Cabral, Eduardo Paes. 
           
            Muitas das previsões alardeadas nas redes sociais podem, sim, se tornar realidades. Por que não? O que é preciso é maior prudência nos comentários pois os verdadeiros futuros mandatos ainda nem começaram. Dilma ainda não assumiu. Cabral está no final de seu primeiro mandato, tendo todo um segundo pela frente.  Em futebol, quantos jogos não se decidem no segundo tempo? Seja para resultados a favor ou contra.
            No decorrer dos próximos quatro anos, certamente, emergirão outros fatos que, devido às suas relevâncias  momentâneas, produzirão, para os cientistas sociais da internet,  novos nomes para os cargos do executivo municipal, estadual e federal. Alguém duvida?